sexta-feira, 27 de junho de 2008

Moralismo e Lei Moralista Não Resolverão Problemas de Preconceito

Está para ser votado no Senado, um projeto de lei, que torna crime, atos de preconceitos contra gays.
Vai ser criada mais um ato preconceituoso. Não tenho nada contra a opção sexual de quem quer que seja, mas o atual projeto poderá criar situações muito estranhas. Ao negar credito a alguém, por não confiar nas garantias dadas, um cliente poderá alegar que foi devido a sua orientação sexual.
Chamar alguém de filho da puta, tudo bem, mas dizer bicha... ”teje preso”.
Quando se tem mais de 40 começamos a lembrar do plano cruzado, por exemplo, que tentou baixar a inflação por decreto e, custou os olhos da cara ao povo brasileiro, assim como o sequestro do dinheiro feito pelo Collor.
Não será por uma lei que o preconceito irá acabar. É necessário criar um ambiente, onde a sociedade brasileira consiga afirmar culturalmente, que a liberdade sexual e afetiva é salutar, não um pecado digno do fogo do inferno.
Combater um moralismo retrogrado com mecanismos moralistas, somente irá calar a boca de alguns, entretanto o sentimento pernicioso continuará ativo na sociedade.
Combater problemas de economia, como inflação e falta de crescimento da renda é fichinha, perto de problemas de convívio social igualitário e, se não deu certo com uma canetada, como imaginar que haverá sucesso no caso do preconceito contra homossexuais, judeus, negros, índios, brancos, argentinos, paraguaios, eunucos, blogueiros, hetererosexuais, homens, mulheres, crianças, deuses, demônios, anjos, pobres, ricos, analfabetos, doutores ou o estranho e nefasto ser que habita o interior de um ente qualquer.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Agenda do Presidente Lula

Agenda de Lula de 26/06/2008
9h30 - entrevista à agência Bloomberg
10h30 - reunião da junta orçamentária
13h - almoço com jogadores brasileiros da Copa do Mundo de 1958
15h - solenidade de entrega da medalha Heróis de 1958
16h30 - abertura da exposição Heróis de 58
17h - reunião com Paulo Hartung, governador do Espírito Santo

Fonte: Ricardo Noblat

Cada um que tire suas conclusões.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Maçonaria Cresce no Interior

Há uma grande repercussão da máteria do jornal Diário de São Paulo, sobre a maçonaria no interior paulista, como alguns leitores, deste blog, não tiveram acesso ao jornal e, aceitando sugestões variadas, segue abaixo a máteria, para os leitores maçons e não maçons.

Maçonaria ganha o interior de SP com ritos medievais
Plantão - Publicada em 22/06/2008 às 11h16m
Gabriel Batista, Diário de S. Paulo - SÃO PAULO

Em um templo cheio de homens vestidos com uma espécie de beca e avental, o aprendiz tem que avançar com a perna direita em passos contados. O ritual de iniciação também inclui sons que deixam o novato apreensivo, como se um raio fosse cair sobre o salão - mas, no final, não acontece nada fora do normal. Ferramentas de pedreiro, régua, esquadro e prumo ficam expostos. E o venerável mestre segura um martelo.Afinal de contas, o que é isso? É apenas uma sessão da maçonaria. Uma associação fundada oficialmente em 1717, na Inglaterra, mas com raízes ainda na Idade Média (até o século XV). De acordo com os maçons, o principal objetivo dessa "sociedade secreta" é aperfeiçoar intelectual e moralmente seus integrantes. Em segundo plano, estão as ações de ajuda social.Embora pareça ter saído de um túnel do tempo, a maçonaria consegue novos adeptos no estado, principalmente no interior. Segundo a própria associação, o número de maçons paulistas passou de 44 mil, em 2007, para 48 mil neste ano. No interior, encontram-se pelo menos 70% dos integrantes.Para o grão-mestre José Maria Dias Neto, do Grande Oriente Paulista, um dos três segmentos da maçonaria no Brasil, a sociedade "discreta" - como seus integrantes preferem se autodesignar - avança mais no interior porque, como as cidades são menores, os adeptos mantêm contato dentro e fora da loja maçônica.- Na capital, o relacionamento entre as pessoas muitas vezes fica limitado à maçonaria - explica.O fazendeiro e dono de motel Paulo Costa Kehdi, de 52 anos, é um maçom de Barretos, a 424 quilômetros de São Paulo. Ele acrescenta que a maçonaria é mais popular no interior porque, em municípios menores, a ajuda a pessoas carentes aparece mais.- Aqui em Barretos, pagamos quartos na Santa Casa para pessoas que precisam. Se isso fosse feito na capital, ninguém perceberia - diz.A quantidade de maçons, no entanto, é considerada pequena no Brasil. Existem hoje 180 mil membros da "sociedade secreta" no país, que tem cerca de 190 milhões de habitantes. Nos Estados Unidos, os maçons somam 5 milhões de pessoas - os EUA têm população de 300 milhões de habitantes.A maçonaria não é uma religião, ao contrário do que muita gente pensa. Mas, para entrar na associação, é preciso, antes de tudo, acreditar em Deus. São aceitos católicos, evangélicos, muçulmanos, judeus, espíritas e praticantes de outras crenças.Para entrar, também é preciso ser indicado por um maçom. Em seguida, uma comissão investiga a vida do pretendente, para saber se ele tem algo que prejudique sua reputação, como uma dívida não paga no prazo.As reuniões são feitas nas chamadas lojas maçônicas, onde ficam os templos, uma vez por semana. Só homens podem integrar o grupo, mas, atualmente, suas mulheres participam de ações sociais e eventos abertos, como palestras e jantares. Os integrantes se comprometem a não revelar a pessoas de fora o que acontece nas sessões fechadas. Daí vem o mistério em torno da associação.A maçonaria foi criada em Londres pelos pedreiros livres, operários que sabiam lapidar as pedras com perfeição.- Por isso as mulheres não participam, pois não existe pedreiro mulher - explica Antonio Carlos Mendes, de 67 anos, mestre no segmento maçônico Grande Oriente do Brasil.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Morro da Providência para o Crivella

A morte de moradores do Morro da Providência, entregue por tropas do exército, a narcotraficantes, não é o único problema daquela região, segundo O Globo há muito mais ocorrendo, claro que nada de ficar espantado, considerando o governo Lula.
Fiquei com a impressão, que o exército pode ser alugado para alguns determinados serviços. O ministério da defesa tem muito o que explicar. Veja abaixo, parte da matéria do "Globo".

"Projeto deve consumir R$ 16,6 milhões

Reforma de fachada quase a preço de construção completa

Custo por casa sai por 62,8% do valor de moradia popular

De Jailton de Carvalho e Maria Lima:

O projeto Cimento Social, criado pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) para reformar fachadas e telhados de 782 moradias no Morro da Providência, devem consumir, até o fim do ano, R$ 16,6 milhões — cerca de R$ 22 mil por imóvel reformado. O valor corresponde a 62,8% de uma casa popular nova, com dois quartos, sala, cozinha e banheiro, financiada pela Caixa Econômica Federal no Programa de Atendimento Residencial. Segundo a Caixa, a construção de uma casa para família de baixa renda no Rio custa aproximadamente R$ 35 mil.

As obras na Providência são financiadas pelo Ministério das Cidades e estão sob a responsabilidade do Exército. Crivella é pré-candidato à prefeitura do Rio. O Exército nega, no entanto, que o projeto tenha como objetivo favorecer a candidatura do senador. Segundo o comando da corporação, as negociações para a implementação da iniciativa foram feitas entre maio e dezembro do ano passado.

O Exército sustenta ainda que, antes de escolher o Morro da Providência, chegou-se a cogitar fazer as obras de reforma de fachadas e telhados numa favela próxima à Vila Militar, em Deodoro. "Os estudos (para a escolha do local das obras) são anteriores ao lançamento de candidaturas para o pleito de 2008 e não caracterizam qualquer ligação político-eleitoral", afirmou, em nota, o comando do Exército, em resposta a perguntas do GLOBO sobre o assunto.

O Cimento Social começou em dezembro de 2007 e deve ser concluído no fim deste ano. Até o momento, o governo já desembolsou R$ 3,7 milhões na primeira etapa do programa. Os gastos incluem despesas com as reformas e com a manutenção de tropas para dar segurança aos operários."

domingo, 15 de junho de 2008

Movimento dos Sem Movimentos Sociais


Estou pretendendo criar um movimento social, nos moldes dos já existentes no Brasil.
Pretendo não, eu vou criar sim um movimento social, talvez um movimento anti-social, mas vou criar qualquer coisa.
Depois de criado tenho certeza de que consigo alguns cargos no governo e, quem sabe, verbas publicas.
Meu movimento será o “MSMS”.
O Movimento dos Sem Movimentos Sociais, será eclético, valoroso, arrogante, anti-capitalista, anti-comunista, anti-social, anti-oposição e anti-governista, enfim, será contra tudo e contra todos, principalmente, contra, aos que forem a meu favor.
A minha base de atuação, será todo o território nacional, claro que estará incluído neste cenário, o grande Brasil: parte da Argentina, Uruguai, Venezuela e a região fronteiriça da Bolívia. Não vou incluir o Paraguai, por que precisamos importar produtos piratas para o consumo popular, assim como das classes que precisam de uma bebida batizada, para as festinhas de coluna social.
O “meu” Movimento Social será como o MST, um discurso democrático na boca, um facão na mão direita para “democratizar” quem é contra. Na mão esquerda carregarei todo meu ideário obscurantista, stalinista, fascista, reacionário e contrário a você que está lendo, e querendo ingressar em meu Movimento Social democrático e contrário ao progresso de uma nação.
Não será feita distinção entre nacional ou internacional, você existe? Eu sou contra!
Bem, isso será em um primeiro momento, depois serei contra a somente quem pensa, já que o pensamento é o grande vilão da humanidade.
“Nós vamos invadir sua praia”, destruiremos os laboratórios de pesquisa de produtos agrícolas naturais, não perdoando também, os que pesquisam transgenicos, abaixo o pensamento neo-universitário.
Estamos montando acampamentos, para invadir áreas invadidas e, lutaremos com a borduna para ali implantar áreas desérticas. Aqui vou explicar: precisamos de áreas desérticas, já que se vier outro dilúvio, estas áreas não serão inundadas.
Todo brasileiro será obrigada a ter criatórios do mosquitinho da dengue. Achamos que ele corre risco de extinção, com estas campanhas para sua erradicação.
Resumindo a música brega, já que somos contra o “resumo da ópera”: quem é contra é contra alguma coisa, que é socialmente dúbio e elementar na sua mensuração quântica, devido a interferências dos pulsares, considerando o ciclo energético da moderna biologia criacionista, nos termos do bolivarismo bolavidiano do fim dos tempos.

terça-feira, 10 de junho de 2008

segunda-feira, 2 de junho de 2008

O Papel Atual das Forças Armadas e o Rio de Janeiro

Estou acompanhando com grande interesse, a discussão do papel da luta armada da esquerda, na derrocada da ditadura militar de 64, que está ocorrendo no “Pitacos”(http://pitacos-politicos.zip.net/). As opiniões e análises de Tibério e Antônio Sérgio, são dignas dos livros de história.
O papel dos combatentes da esquerda, assim como o das Forças Armadas, durante aqueles anos merece esta análise. Houve erros de todos os lados e, a história ou a simples passagem cronológica do tempo é o melhor articulista.
‘“Pitacos” não está analisando os papeis individuais, mas sim das correntes participantes dos embates.
É interessante notar a diferença do papel das Forças Armadas naqueles tempos e agora.
As Forças Armadas evoluíram positivamente no seu pensamento e na discussão de seu papel na sociedade. Entretanto penso que é chegada a hora de uma participação mais efetiva do Ministério da Defesa nos interesses nacionais.
Não quero golpe ou questionamentos políticos das Forças Armadas, quero uma participação ativa, na recuperação de parte do território nacional, ora ocupado por uma força inimiga.
Quem pensou na Bolívia, errou. Venezuela, erro maior ainda. O território a ser reconquistado, fica na capital do Rio de Janeiro. São Paulo e outras localidades precisam de apoio logístico e de maior monitorização do crime.
O Rio de Janeiro não. Quando parte da cúpula dirigente da polícia, ou que dirigiu seus destinos está mergulhada na lama criminosa é hora de um basta. É necessário saber se os “morros” estão fora de controle, tendo como causa simples, o poderio dos criminosos, ou por omissão do poder de polícia local.
O momento é grave, se providências não forem tomadas e, intervenções cirúrgicas não forem realizadas, o Estado Brasileiro, como um todo estará a mercê de ser tomado.
O lado positivo é que as Forças Armadas estão com o povo, não contra ele, como em 64.
Se nossas tropas fazem papel de policia no Haiti, podem ajudar neste grave momento, a preservar o território nacional. Pode ser também, um aviso a inocentes e culpados, na questão indígena e da floresta amazônica, assim como para certos vizinhos, afinal a historia nos ensinou que um pouco de imperialismo não acarreta muito malefício para nós e, respeito é bom e merecemos.
Queremos respeito, principalmente do mais imperialista dos nossos vizinhos: Hugo Chavez.