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segunda-feira, 2 de junho de 2008

O Papel Atual das Forças Armadas e o Rio de Janeiro

Estou acompanhando com grande interesse, a discussão do papel da luta armada da esquerda, na derrocada da ditadura militar de 64, que está ocorrendo no “Pitacos”(http://pitacos-politicos.zip.net/). As opiniões e análises de Tibério e Antônio Sérgio, são dignas dos livros de história.
O papel dos combatentes da esquerda, assim como o das Forças Armadas, durante aqueles anos merece esta análise. Houve erros de todos os lados e, a história ou a simples passagem cronológica do tempo é o melhor articulista.
‘“Pitacos” não está analisando os papeis individuais, mas sim das correntes participantes dos embates.
É interessante notar a diferença do papel das Forças Armadas naqueles tempos e agora.
As Forças Armadas evoluíram positivamente no seu pensamento e na discussão de seu papel na sociedade. Entretanto penso que é chegada a hora de uma participação mais efetiva do Ministério da Defesa nos interesses nacionais.
Não quero golpe ou questionamentos políticos das Forças Armadas, quero uma participação ativa, na recuperação de parte do território nacional, ora ocupado por uma força inimiga.
Quem pensou na Bolívia, errou. Venezuela, erro maior ainda. O território a ser reconquistado, fica na capital do Rio de Janeiro. São Paulo e outras localidades precisam de apoio logístico e de maior monitorização do crime.
O Rio de Janeiro não. Quando parte da cúpula dirigente da polícia, ou que dirigiu seus destinos está mergulhada na lama criminosa é hora de um basta. É necessário saber se os “morros” estão fora de controle, tendo como causa simples, o poderio dos criminosos, ou por omissão do poder de polícia local.
O momento é grave, se providências não forem tomadas e, intervenções cirúrgicas não forem realizadas, o Estado Brasileiro, como um todo estará a mercê de ser tomado.
O lado positivo é que as Forças Armadas estão com o povo, não contra ele, como em 64.
Se nossas tropas fazem papel de policia no Haiti, podem ajudar neste grave momento, a preservar o território nacional. Pode ser também, um aviso a inocentes e culpados, na questão indígena e da floresta amazônica, assim como para certos vizinhos, afinal a historia nos ensinou que um pouco de imperialismo não acarreta muito malefício para nós e, respeito é bom e merecemos.
Queremos respeito, principalmente do mais imperialista dos nossos vizinhos: Hugo Chavez.